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Gil Vicente e o Auto da Barca do Inferno
Os alunos gostam ou não gostam?

Inserido em 2013-01-03  |  Adicionar Comentário



O teatro de Gil Vicente continua a suscitar a adesão das escolas portuguesas. Desde há décadas que os programas de Português prescrevem os seus autos ou as suas farsas não só pelas características documentais que possuem, mas sobretudo pelas lições sociais e morais que ainda hoje transmitem.

A atualidade do teatro vicentino espelha-se no número crescente de turmas que todos os anos levam à cena representações do Auto da Barca do Inferno ou se deslocam para ver este auto, numa demonstração de amor ao teatro, atestando, para além disso, a grande popularidade de que este vulto das letras quinhentistas goza entre as gerações mais jovens.

Em função desta popularidade que consideramos que este conteúdo programático aufere, quisemos saber a opinião dos professores de Português sobre a obra de Gil Vicente, em particular sobre o Auto da Barca do Inferno, o seu texto mais estudado no ensino básico.

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Tópicos para conversa sobre Gil Vicente e o Auto da Barca do Inferno

1. Adesão de professores e de alunos à abordagem do Auto da Barca do Inferno, de Gil Vicente, no 9.º ano

2. Momento letivo para a lecionação deste conteúdo

3. Tempo letivo dedicado à lecionação deste conteúdo

4. Estratégias / metodologias didáticas para a lecionação deste conteúdo

5. Abordagem deste conteúdo nos manuais escolares



A Equipa

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Os alunos gostam da obra e, regra geral, é um bom incentivo para uma ida ao teatro. O retorno desta experiência pode fomentar o futuro gosto pelo teatro, manifestação cultural essencial ao desenvolvimento do indivíduo.