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Practice Book
Inserido em 2013-05-20  |  Adicionar Comentário
O post de hoje é dedicado a um outro componente essencial do projeto Bridges, o Practice Book. O nome escolhido para este componente vem ao encontro da nossa filosofia: é pela prática que se faz o mestre e é através do treino sistemático e persistente que o/a aluno/a consegue superar as suas dificuldades. Retirando a carga negativa que o vocábulo “work” comporta e colocando a tónica em “practice”, ou “Practice makes Perfect” - forma como nomeámos os exercícios gramaticais que se encontram no manual - pretendemos criar no/a aluno/a uma atitude positiva face ao estudo e à sua própria aprendizagem.

Concebemos o Practice Book como uma extensão do manual,  funcionando como o complemento perfeito deste. Se verificarmos que o manual cumpre o programa em 175 páginas (as últimas 16 contêm a Extensive Reading e a sua análise), certamente se darão conta de que há tempo suficiente para explorar e usar convenientemente o Practice Book nas aulas. 

Em termos de estrutura, o Practice Book está dividido em 5 módulos, tal como o manual, e nos vários módulos encontram as seguintes rubricas:

Reading Extension Time: nova oportunidade para explorar a leitura e análise de textos e simultaneamente praticar a escrita e/ou oralidade;

• Vocabulary Extension Time: secção em que se testa o vocabulário aprendido no módulo e se alarga esse mesmo vocabulário;

• Dictionary Extension Time: nesta rubrica, que surge com mais pormenor no M0, em sintonia com o que encontram no manual, são apresentados mais exercícios para capacitar o/a aluno/a para o uso do dicionário, se bem que, como já referimos em post anterior, existem ao longo do manual e também do Practice Book outros exercícios que remetem o/a aluno/a para o uso desta preciosa ferramenta;

• Grammar Extension Time: os exercícios aqui apresentados seguem a ordem apresentada no manual. Uma vez que o 10.º ano é, de certa forma, um ano de transição, em que encontramos nas nossas salas de aula ritmos de aprendizagem diferentes, graus de proficiência variados e backgrounds distintos, optámos por apresentar exercícios complementares aos do manual, para que o/a docente posso escolher a melhor forma de agir com a sua turma. Se no geral o nível de conhecimentos da turma for bom, poderá optar apenas por dar exercícios que juntem vários tempos verbais, por exemplo. Mas, caso tenha alunos/as que demonstrem mais dificuldades, poderá começar por exercícios em que trabalha os tempos verbais separadamente e, neste sentido, manual e Practice Book serão complementares. É de salientar o facto de no manual se encontrarem remissões para as páginas do Practice Book onde se encontram mais exercícios sobre cada um dos conteúdos, o que confirma a pertinência do seu uso conjunto;

Time for Self-Check: no final de cada módulo incluímos sempre um teste formativo sobre os conteúdos abordados no módulo, para que o/a aluno/a possa treinar para o teste sumativo. Segue a estrutura de um teste normal, pelo que o/a docente poderá aproveitar este momento para uma avaliação com cariz mais formativo e o próprio/a aluno/a tomará consciência dos conteúdos que necessita de rever.

No final desta secção, direcionada para a extensão dos módulos do manual, encontra-se uma outra rubrica, intitulada Writing Time, que, como já referimos aqui, constitui um apoio ao processo de escrita, uma das competências em que os/as alunos/as apresentam mais dificuldades. Nas 16 páginas que compõem este segmento, encontram-se guidelines sobre variadas tipologias textuais (How to write a comment; How to write an interview, How to write an argumentative essay entre outros exemplos), com recurso a textos exemplificativos (e que seguem as temáticas do manual), e com language banks, que permitem um trabalho mais autónomo. No final desta secção incluímos ainda algumas orientações para apresentações orais, com language bank e dicas para tirar partido do powerpoint, OHP, posters, leaflets e flyers, além do que já encontram no próprio manual.

A finalizar este componente encontram-se as respostas para todos os exercícios, o que permite ao/à docente que não tenha tempo para corrigir os exercícios em sala de aula saber que os/as alunos/as têm acesso à correção. Ao optar pela inclusão das soluções procurámos que este material fosse simultaneamente “teacher-friendly”, poupando tempo de correção na sala de aula, e “student-friendly”, promovendo a autonomia do/a aluno/a.


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