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A escrita no projeto Bridges
Inserido em 2013-03-14  |  Adicionar Comentário

"Students and their teachers are finding that writing can be a powerful means of making sense of experience and constructing meaning. Whether first graders or engineering majors in college, students can be shown how to use writing to think, understand, and learn." 

(Indrisano & Squire, 2000:14)

A par da expressão oral, preocupou-nos desde o início o desenvolvimento da competência de escrita dos nossos alunos e alunas. A criação de atividades de produção da linguagem escrita foi cuidadosamente pensada para levar o/a aluno/a a escrever a partir de situações comunicativas enquadradas na unidade e módulo respetivos.

Temos consciência de que existem dificuldades em trabalhar convenientemente esta competência na sala de aula. Por um lado, as dificuldades sentidas pelos nossos alunos e alunas resultam em desmotivação mesmo antes de se lançarem ao trabalho, por outro, a falta de tempo de muitos/as docentes para corrigir os trabalhos pode ser uma razão real para se relegar a escrita para segundo plano. No entanto, mais do que nunca, esta competência deve ter o seu lugar nas nossas planificações e estamos certas de que com a abordagem correta e a utilização de atividades contextualizadas e interessantes poderemos motivar os nossos alunos e alunas, ao mesmo tempo que desenvolvemos o seu espírito crítico. 
Como refere Penny Ur,

[w]riting is "potentially satisfying. If you are writing on a topic about which you feel you have something worthwhile or interesting to say, the process of writing can be absorbing and enjoyable; and if it is worked through to a final product, most people feel pride in their work and want it to be read. It is therefore worth investing in topics and tasks that motivate learners to write; and extremely important to provide an appreciative reader audience, whether teacher or co-learners."
(2002:169)

No Bridges, as atividades de writing são desenvolvidas na rubrica Writing Time, e, como acima referimos partem de situações comunicativas devidamente enquadradas na unidade e módulo.

Mas quisemos também orientar e apoiar o processo de escrita do/a aluno/a porque é claro para nós que o desenvolvimento desta competência é muito mais útil se o/a aluno/a sentir e aproveitar esse apoio. 
Como fazemos isso? Através da articulação entre manual e caderno de exercícios. Há orientações no manual, mas também criámos uma secção específica no caderno de exercícios totalmente dedicada à escrita, onde desenvolvemos várias tipologias textuais com exemplos de textos, guidelines e language banks que permite a alunos e alunas um trabalho mais autónomo.

Estamos em crer que as temáticas propostas para as atividades de escrita não deixarão os/as alunos/as indiferentes. Aliadas ao acompanhamento e ferramentas que fornecemos para o seu trabalho, poderão ajudar a ultrapassar bloqueios de como começar, como continuar e como terminar e, esperamos, tornar o processo de escrita e o seu produto final algo que dê prazer aos nossos alunos e alunas.

Deixamos-vos um exemplo de uma atividade do manual, assim como do material de apoio existente no caderno de exercícios, o nosso Practice Book.
Aguardamos a vossa opinião.


Bibliografia:
Indrisano, R. & Squire, J. (2000): Perspectives on Writing – Research, Theory and Practice. Newark, Dela: International Reading Association. 
Ur, P. (2002): A Course in Language Teaching: Practice and Theory. Cambridge: Cambridge University Press.

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A vossa clareza e organização na apresentação das atividades é fantástica; a temática é atual e bem ao gosto dos nossos alunos. Com as vossas "guidelines", "language bank" e com esta temática teríamos seguramente um debate participado por todos e depois, de forma mais sucinta, a escrita. Com tanta dificuldade na competência escrita, talvez primeiro solicitar a sua intervenção oral e opinião face à temática em questão, e depois, escrever.