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Extensive Reading – why and how?
Inserido em 2013-01-02  |  Adicionar Comentário

A equipa Bridges está de volta e desejamos a todos/as um excelente 2013!

O nosso primeiro post deste ano está relacionado com a abordagem da leitura extensiva na sala de aula. Consideramos que esta é uma componente extremamente importante e que a leitura, de facto, enriquece os/as nossos/as alunos/as, não apenas pelo vocabulário e estruturais gramaticais que aprendem/recordam, mas também pela mensagem que transmite. Por esses motivos é essencial que a escolha seja criteriosa.

Partilhamos convosco o artigo Extensive Reading: Why? And How? que apresenta um estudo de caso sobre alunos/as (dos 17 aos 42 anos) expostos/as a textos autênticos, uma vez por semana, em sessões de 25 minutos. Os resultados foram muito enriquecedores, provando-se que esta exposição motivou os/as discentes para a leitura. O autor do artigo sublinha os benefícios da leitura, dando exemplos de atividades a realizar em sala de aula. Uma boa leitura, que aconselhamos.

E como gostamos de dar voz às boas práticas nacionais, partilhamos convosco um guião de leitura do conto Growing Pains de Caryl Phillips elaborado pela nossa colega Maria Helena Dias Loureiro, professora de Inglês na Escola Secundária de Avelar Brotero, em Coimbra, e antiga docente de Didática do Inglês na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra (FLUC) e Orientadora de Estágio da mesma instituição.

A ela o nosso muito obrigada pela cedência destes materiais.

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Comentários (6)
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Infelizmente não consegui abrir o link mas deixo a minha opinião. A maior parter dos alunos com quem tenho trabalhado tem poucos ou nenhuns hábitos de leitura em português, muito menos em Inglês. A queixa que ouço mais frequentemente é a do tamanho dos textos. Com o tempo reduzido de aula é muito difícl ou mesmo impossível em alguns anos ler com os alunos. Deixar a leitura ao critér (...) [Comentário completo]
Não vale a pena repetir o que os colegas já referiram e é por todos vivenciado, ainda que com diferente intensidade nas várias escolas. As minhas experiências mais recentes com leitura são no âmbito do ler por prazer já que tenho tido turmas problemáticas e é também uma forma de expor os alunos a vários tipos de texto em Inglês. Com grupos de adultos, consigo ir um pouco mais alé (...) [Comentário completo]

Obrigada pela vossa participação no Manual Escolar 2.0.

Miguel, de facto, o programa limita-nos muitas vezes a escolha da leitura extensiva a trabalhar em sala de aula. Gostaríamos de poder ler/trabalhar obras mais extensas, mas o tempo nem sempre o permite. Ficámos muito cont (...)
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Eu nem sempre consigo proceder à leitura extensiva em contexto de sala de aula, pelos motivos que todos já sabem (cumprir um programa e uma planificação e/ou lidar com turmas indisciplinadas ...). No entanto, quando o faço, procuro utilizar as "short stories" que acompanham os manuais escolares (do 3º Ciclo), pois assim todos os alunos as têm, e há sempre atividades de interpretação (...) [Comentário completo]
Não abdico da leitura extensiva em aula. Todas as minhas turmas fazem leitura extensiva, pelo menos duas vezes por ano. Geralmente, tenho optado por contos, por uma questão de tempo. Sobretudo, tento recriar o ambiente de leitura / audição de histórias e os alunos aderem com entusiasmo. Opto por atividades que abordam o texto como um todo, ponto de partida para uma atividade criativ (...) [Comentário completo]
O Extensive Reading é sempre uma das grandes aflições na minha escola. Não sei se acontece o mesmo noutras escolas, mas todos acreditamos nas potencialidades do extensive reading (alargamento vocabular, linguagem autentica, auto-confiança dos alunos etc.), e no entanto, temos vindo a relegar esta para uma posição perfeitamente secundária.
Exemplo disso, é a extensão e complexida (...)
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