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Autoras do Bridges na revista In English Digital
Inserido em 2012-10-29  |  Adicionar Comentário




Na última edição da revista In English Digital em que Portugal é o país em destaque, damos conta dos artigos de Carmen Gonçalves e Celeste Simões, autoras do projeto Bridges, juntamente com Maria Helena Oliveira.

No seu artigo, “Story Reading and Story Telling”, Carmen Gonçalves fala-nos de projetos de leitura para alunos com idades compreendidas entre os 13 e os 16 anos e dos critérios subjacentes à sua escolha e dinamização. 

Parte das sugestões programáticas oficiais para centrar a sua atenção no leque variado de possibilidades que o projeto BritLit tem levado a cabo desde 2003, ao facultar materiais e sugestões de exploração de textos literários para diversas faixas etárias. 
Carmen Gonçalves mostra-nos então a sua proposta de alargamento dos materiais existentes, assim como do seu âmbito e suporte. Objetivos?

 responder às necessidades dos alunos;
 promover o pensamento crítico e a imaginação;
 estimular formas de aprendizagem desafiantes e que facultam meios diversificados de abordagem temática ou conteudística.

Na medida em que os alunos progridem em maturidade, também as histórias se tornam mais exigentes do ponto de vista de “cultural awareness”, extrapolando para a realidade e proporcionando a prática da leitura crítica.

Celeste Simões relata-nos um projeto de solidariedade que levou a cabo em conjunto com os seus alunos de uma turma de 8.º ano do Agrupamento de Escolas de Carregal do Sal – “Burkina Faso Project”.
A ideia surgiu após a sua frequência no E-Teacher Course “Critical Thinking in the EFL Curriculum”1 em 2010, altura em que tomou contacto com as grandes dificuldades sentidas por um professor do Burkina Faso. Às condições de trabalho extremamente difíceis, com cerca de 100 alunos/as, em média, por sala, juntavam-se as enormes limitações de acesso a materiais. 

Movida pelo desejo de ajudar, a docente conseguiu envolver alunos/as e comunidade escolar e angariar material escolar para o país africano. A Embaixada dos Estados Unidos em Lisboa abraçou este projeto e tomou a seu cargo o envio dos materiais de Lisboa para a capital do Burkina Faso, Ouagadougou, de onde seguiram para o seu destino final, Bobo Dioulassou.

Com estes artigos, partilhamos convosco a nossa experiência em dois campos bem diferentes do ensino do inglês, mas que decerto encontram eco na vossa prática letiva. Falem-nos dela. Vão também encontrar eco no nosso projeto.

Para ver os artigos na íntegra clique aqui e depois volte cá.

1
O E-Teacher scholarship programme é financiado pelo U.S. Department of State, Bureau of Education and Cultural Affairs, e os candidatos são selecionados, após concurso, pela Embaixada dos Estados Unidos em Lisboa. 
Para obter mais informações sobre este programa visite o site do U.S. Department of State <http://exchanges.state.gov/englishteaching/eteacher/courses.html> e da Embaixada em Lisboa <http://portugal.usembassy.gov/> ou da sua página Facebook <http://www.facebook.com/usdos.portugal>.
 
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Comentários (7)
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O story telling é uma excelente estratégia. Prática comum nas minhas aulas, pois o impacto nos alunos é completamente diferente. O mundo das histórias consegue captar a atenção de qualquer um, até mesmo aqueles que afirmam, à partida, que não sabem ler e que não gostam de o fazer. Tenho experiências muito positivas neste domínio. Por esse motivo é que as minhas expetativas para e (...) [Comentário completo]

Concordo totalmente com o que foi referido anteriormente por uma colega que dinamiza um clube de leitura. Já há algum tempo que faço literalmente o mesmo, só que não na Biblioteca da minha escola, a cuja equipa por acaso pertenço, mas sim em aulas de apoioque dou aos meus alunos. De facto a leitura em voz alta permite uma série de coisas e os alunos acabam por se mostrar mais atento (...) [Comentário completo]
De todas as formações que frequentei no âmbito do Programa Comenius, as que recordo com mais agrado são aquelas em que os formadores iniciavam sempre as aulas por uma história, supostamente vivida por eles, e que nos mantinha "engaged" durante toda a sessão. As histórias serviam como ponto de partida, mas as atividades a realizar estavam todas interligadas com elas. Tentei aplicar a (...) [Comentário completo]
Interessante o vosso artigo. Ler é muito importante bem como a criação do story telling. Este ano letivo ainda não tive oportunidade de iniciar um extensive reading com os sétimos anos. No entanto, o ano passado levei para as aulas do 10.º ano profissional pequenas imagens sobre diversos temas e os alunos criaram histórias a partir daí. Foi um trabalho gratificante e bastan (...) [Comentário completo]
Clube de Leitura | Enviado Por: Isabel Reis
Nestes dois últimos anos letivos tenho estado a dinamizar um Clube de Leitura na Biblioteca da Escola, sobretudo dirigido aos alunos do 7.º Ano. Tenho verificado que os alunos gostam muito de fazer a leitura de "short stories" em voz alta, preferindo-a à silenciosa. Este facto permite-me corrigir erros de pronúncia e, ao mesmo tempo, porque se trata de um grupo mais pequeno, os alun (...) [Comentário completo]
Leituras | Enviado Por: Joana de Sousa
Não há como uma boa história para captar a atenção dos alunos. Lembro-me de uma aula a que assisti há tempos. O professor, com uma turma difícil, encontrou uma estratégia: contou uma história na primeia aula. Uma história que disse ser verídica (talvez fosse, talvez não), mas com a qual cativou por completo os alunos. Nas aulas seguintes, prometeu-lhes a continuação da história, ou (...) [Comentário completo]
À semelhança da colega Carmen, tenho investido imenso nas minhas turmas ao nível da leitura. Nos últimos anos tenho tido grupos de adultos e, no ano passado, tive grupo do ensino profissional tendo com todos dinamizado projetos de leitura, sempre obras escolhidas por eles. Com os grupos de adultos, há que referir 2 situações: leitura voluntária e silenciosa no início de cada aula ou (...) [Comentário completo]